Steve Jobs
Quando se fala de alguém como Steve Jobs, é preciso inspiração. É preciso entender que hoje, se não fosse por sua audacidade, por acreditar que um dia iria revolucionar o mundo, eu mesmo não estaria digitando este post, você não estaria o lendo e, vários nomes, hoje famosos, seriam desconhecidos.
Não vou contar aqui sobre sua história. Não vou falar sobre seu discurso em Stanford, tão conhecido. Hoje vou falar sobre o que Steve Jobs ensinou pra mim, mero desconhecido.
Esta mesma noite, passei algumas horas conversando com um amigo sobre o filme “Piratas do Vale do Cilício” gravado em 1999 do diretor Martyn Burke. Por incrível que pareça, quando cheguei em casa de noite, me deparo com a notícia de seu falecimento. Me lembro que só me senti assim com a notícia no dia 11 de setembro de 2001.
Trabalho com publicidade à alguns anos e tento buscar fontes de criatividade em tudo o que vejo. Típico de publicitário. Mas não neste caso. A história de Jobs todos conhecem. Foi mandado embora da empresa que fundou que, valia na época, 2 bilhões de dólares, possuindo 4 mil funcionários. Como todo ser humano que se preze, tinha todos os motivos do mundo para se revoltar e buscar justiça, aparecendo na mídia e caluniando seus companheiros como uma velha “barraqueira”. No entanto não o fez. Achou melhor investir em uma segunda empresa. Algo pequeno. Algo chamado “Next” que prestava seus serviços para a pequenina PIXAR STÚDIOS.
[quote]stay hungry, stay foolish.[/quote]
Jobs não se abatia. Valorizou as empresas por onde pisou. Em suas próprias palavras, manteve-se com fome e manteve-se “burro”. Sabia que sempre podia criar algo mais. Sabia que sempre podia conhecer algo novo. Hoje Steve Jobs é o quadro que quero ter em meu escritório. Hoje vejo que, todos nós temos um objetivo. Todos nós podemos mudar o mundo e só muda quem acredita. Hoje vejo que o futuro está nas mãos de cada visionário que abandona seus próprios interesses em busca de algo mais. Temos que dizer ao mundo que ele precisa de nós. Temos que dizer à nós mesmos que o mundo precisa de nós, porque se todos arriscassem mais, se todos acreditassem mais, estaríamos hoje, muito mais evoluídos. Fica aqui um desabafo de quem aprendeu com Steve Jobs que tudo o que precisamos é viver cada dia como o último, porque um dia, a gente acerta.
Aqui, hoje, este caso não é fonte de criatividade. Não é fonte de inspiração. Steve Jobs para mim, é hoje um estilo de vida. Uma forma inovadora e diferente de pensar.
A série [the films of]

keesvdijkhuizen, ou se preferir Kees van Dijkhuizen, é um holandês de 18 anos que tem como passatempo fazer coletâneas com vários videos de vários diretores de cinema como forma de homenagear o trabalho deles. O resultado são vídeos de ótima qualidade com uma montagem excelente, captando o visual e estilo de cada diretor. Desde Wes Anderson e Sofia Coppola, passando por Baz Luhrmann e Michael Gondry até Guy Ritchie e o último lançado Ridley Scott.
Confira o último e mais alguns
Placa feita por bactérias em Contagion
O filme “Contagion” que provavelmente no Brasil ficará como “Contágio”, é o novo filme do diretor de “Onze Homens e um Segredo“. No elenco estão Matt Damon, Kate Winslet e Jude Law. O filme vai sair em 28 de outubroaqui no Brasil, mas a divulgação já começou.
E a divulgação do filme achou uma maneira exótica de fazer a publicidade do filme, através de uma “placa” em frente à alguma loja ou coisa do tipo em Toronto, mas o que é o diferencial do negócio é que esta placa é inteiramente composta por bactérias que foram colocadas para formar as letras do nome do filme. Não sei direito como foi, mas parece que elas foram se multiplicando de alguma forma até preencher completamente as letras. Confira o vídeo completo:
Copiei na íntegra do NEUROPOP.
Planeta dos Macacos: Linha do Tempo
Cada geração conheceu uma versão de Planeta dos Macacos. Desde 1968, nós acompanhamos as aventuras de nossos inimigos símios, porém, muitos não sabem a origem da série cinematografica “Planeta dos Macacos”. Por exemplo, poucos sabem que, assim como muitas obras de sucesso dos cinemas, Planeta dos Macacos surgiu em forma de livro. Apenas cinco anos após o lançamento do livro, em 1968, é que veio a primeira adaptação para as telonas.
Clique nos botões abaixo para conferir cada etapa de toda a história desta magnífica série.
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A verdadeira Origem
“La planète des singes” é um romance francês escrito por Pierre Boulle e publicado em 1963. É um exemplo de crítica social por meio da distopia.
Os principais eventos do livro são contados a partir de uma história paralela, na qual Jinn e Phillys, um casal em cruzeiro , encontram uma mensagem numa garrafa à deriva. A mensagem dentro é o diário de bordo do astronauta Ulysse Mérou, que acredita ser o último ser humano restante no universo, mas escreveu a sua história na esperança de que alguém o encontre.
O escritor da mensagem e protagonista, começa por explicar que era amigo do Professor Antelle, um génio cientista da Terra, que inventou uma espaçonave sofisticada que podia viajar em velocidade próxima à da luz. O protagonista, o professor e um médico chamado Levain, decolam a nave para explorar o espaço sideral. Viajam até ao sistema solar mais próximo em que o professor teoriza ser capaz de abrigar vida, que é o do sol vermelho Betelgeuse (terra natal de Ford Prefect, do Guia dos Mochileiros das Galáxias), destino esse que lhes custará 350 anos para atingir. Devido à dilatação do tempo, contudo, a viagem parecerá aos tripulantes durar somente dois anos.
Descobrem, ao chegar, que o planeta é muito similar à Terra, ao qual dão o nome Soror(“irmã”, em latim), “por causa da sua parecença com a Terra.”
Ao aterrisar no planeta, descobrem que conseguem respirar o ar, beber a água, e comer da vegetação local.
Logo encontram outros seres humanoides no planeta, muito embora estes ajam primitivamente como chimpanzés e destroem as roupas do professor e do protagonista. Ulysse e o professor estabelecem-se com os humanos primitivos por alguns dias, na esperança de os civilizar e aprender a sua língua.
O Livro acresce muito à história, e indico que se você gostou dos filmes, leia este livro.
O Planeta dos Macacos
Estrelado pelo ator Charlton Heston, o enredo se baseia bastante no livro. Conta a experiência de um astronauta sobrevivente de uma missão espacial, que aterrissa em um planeta igual à Terra. Lá descobre que uma raça de macacos falantes domina e escraviza seres humanos, que são mudos.
A cena final do filme é antológica e marcou a história do cinema sendo o filme considerado um libelo anti-Guerra Fria. Veja o trailer deste épico e reparem como os macacos estão “bem feitos” (pelo menos para época).
De volta ao Planeta dos Macacos
Na história, o astronauta Brent (James Franciscus) é enviado em busca de Taylor (Charlton Heston) e seus companheiros. Ele encontra Nova (Linda Harrison), a companheira de Taylor, e juntos acabam por encontrar uma sociedade de humanos mutantes que mora no subterrâneo e adora uma bomba que é capaz de destruir todo o planeta. Veja o trailer abaixo:
Em off: O jogo Fallout, lançado em 2008 pela Bethesda Softworks, faz uma referência à este filme. Na cidade principal do jogo, você encontra um grupo religioso que adora uma bomba atômica que caiu no meio da cidade e não explodiu. No entanto, a bomba emana radiação e transforma os que vivem em torno dela em mutantes deformados.
Fuga do Planeta dos Macacos
Durante a explosão da Terra, que ocorre em “De volta ao Planeta dos Macacos”, os chimpanzés Cornelius, Zira e Milo (Mineo) estavam a bordo da antiga nave de Taylor, por eles consertada. A explosão causou uma pane nos sistemas da nave e fez com que ela voltasse no tempo, para o ano de 1973.
Os chimpanzés são descobertos e levados a um zoológico, onde o Dr. Milo é assassinado. Então, Cornelius e Zira vão morar num hotel, onde são descobertos e acolhidos pela sociedade mundial. Porém, ao descobrir que o mundo no futuro será dominado por macacos, o Dr. Otto Hasslein (Eric Braeden), membro do governo, apoia a idéia de assassinato do casal. Sua idéia se fortalece ainda mais quando é revelado que a fêmea, Dra. Zira, está grávida, e uma eletrizante caçada é promovida.
Spoiller!!!
Se não viu e pretende ver o filme, não leia.
O clímax do filme acontece em um cargueiro abandonado, quando Zira e Cornélius são brutalmente assassinados, mas o fato que dá continuidade ao filme, é que o filhote deles não foi morto na caçada, e está bem, em um circo.
A conquista do Planeta dos Macacos
18 anos após o terceiro filme, Armando apresenta a César, filho do Dr. Cornelius e da Dra. Zira, a terrível verdade: os macacos são escravos usados para serviços minoritários, como fazer as compras, servir mesas ou fazer faxina, e não têm respeito nem direitos assegurados. Irritado ao ver um macaco sendo tratado de forma violenta por policiais, César não se contém e brada de indignação. Armando, com a intenção de proteger César, se entrega como responsável pelo ato, e é levado para ser interrogado.
Enquanto isso, César é integrado ao sistema e vendido a MacDonald como um macaco comum. Então ele vê como os macacos são maltratados e incentiva-os a se rebelarem contra os humanos.
A Conquista do Planeta dos Macacos (no original: Conquest of the Planet of the Apes) é o quarto filme da série cinematográfica Planeta dos Macacos. O filme foi lançado em 1972, dirigido por J. Lee Thompson, estrelado por Roddy McDowall, Don Murray, Ricardo Montalban, Hari Rhodes e Natalie Trundy.
Batalha pelo Planeta dos Macacos
12 anos após o início do reinado de César (McDowall), foi constituída uma sociedade rural pacífica de macacos, em que a mais valiosa lei é “macaco jamais matará macaco”. Eles vivem em paz com alguns humanos sobreviventes da Guerra Nuclear que devastou a sua sociedade. Porém, Aldo (Akins), um gorila beligerante, acha que os macacos devem ter armas e matarem humanos. E conspira com os outros da espécie para que César não continue no poder.
César acredita na coexistência futura entre as espécies. Ao ouvir por MacDonald (Stoker), um amigo humano, que existem arquivos com fitas de seus pais, Cornelius e Zira, e que eles teriam falado sobre o futuro, organiza uma expedição ao lugar. É acompanhado por MacDonald e o sábio orangotango Virgil (Williams). Os tapes estão em subterrâneos de uma grande cidade devastada por uma bomba nuclear, que eles pensam estar desabitada. Chegando lá, os humanos mutantes sobreviventes do bombardeio percebem sua presença. E o desequilibrado líder, Kolp (Darden), começa a planejar um ataque aos macacos, por lembrar da rebelião de César e crer que são seres inferiores. Abaixo, o trailer:
Planeta dos Macacos (Remake)
No ano de 2029, a bordo da estação espacial Oberon, da Força Aérea dos Estados Unidos, o astronauta Leo Davidson trabalha em estreita colaboração com os primatas, que são treinados para missões espaciais. Seu parceiro favorito de trabalho é um chimpanzé chamado Pericles. Com uma forte tempestade eletromagnética aproximando-se da estação, uma pequena nave espacial pilotada por Pericles é usada para sondar a tempestade. A nave de Pericles entra na tempestade e desaparece. Contra as ordens de seu comandante, Leo entra em outra pequena nave e sai em busca de Pericles. Ao entrar na tempestade, Leo perde contato com a Oberon e cai em um planeta desconhecido no ano 3002. Ele descobre que tal mundo é dominado por macacos humanóides com uma comunidade bem estruturada, que podem falar a linguagem humana e que caçam e escravizam os seres humanos.
Leo é logo capturado, junto com outros humanos nativos, por um grupo de macacos que os levam a uma cidade para serem vendidos por Limbo, um orangotango comerciante de escravos. Leo conhece então uma chimpanzé fêmea, batizada de Ari, que protesta contra o tratamento horrível que os humanos recebem. Ari decide comprar Leo e uma mulher chamada Daena para que eles trabalhem como empregados na casa de seu pai, o senador Sandar. Leo escapa de sua jaula e liberta outros seres humanos. Ari percebe a fuga, mas Leo consegue convencê-la a ajudá-lo em sua causa. Leo faz uma rebelião humana contra os macacos e desenvolve um triângulo amoroso com Ari e Daena. O general Thade e o coronel Attar convocam exércitos de macacos e saem em busca dos humanos fugitivos. Leo descobre Calima (o templo de “Simos”), um local proibido, porém sagrado para a religião dos macacos.
Sem concordar com a opressão imposta aos homens, Leo torna-se uma ameaça potencial ao estatuto dos primatas e dá início a uma revolução nada social no planeta.
Menção Honrosa: Você sabia que Arnold Schwarzenegger era pra ser protagonista no filme?
O planejamento para um remake de Planet of the Apes começou desde 1988 com Adam Rifkin. Seu projeto foi cancelado antes do início da pré-produção. O roteiro de Terry Hayes chamado de “Return of the Apes” tinha Oliver Stone, Don Murphy e Jane Hamsher como produtores, Phillip Noyce como diretor e estrelado por Arnold Schwarzenegger.
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Planeta dos Macacos: A Origem
O novo filme se passa antes da história já conhecida sobre o domínio dos símios na Terra, mas não possui exatamente conexão com ela. Na série original os macacos ocuparam o lugar de cães e gatos (extintos por uma praga) no papel de animais de estimação, e substituíram os empregados como assistentes pessoais, até que os contínuos maus tratos aos quais eram submetidos levaram o macaco César, filho de macacos vindos do futuro, a liderar uma revolta.
No filme atual Will Rodman (James Franco) é um cientista, que na procura de uma cura para o mal de Alzheimer (incentivado por seu pai possuir essa doença), cria uma droga chamada ALZ-112. Porém, essa droga possui um efeito curto, e depois de algum tempo o corpo consegue produzir anticorpos que acabam com o efeito do vírus ALZ-112. O efeito desse vírus é completamente diferente nos símios. Nesses últimos, o vírus causa uma neurogênese, aumentando o QI dos símios.
[pullquote_left]Aqui o foco é o MACACO, o SÍMIO, o animal que sofre os mais diversos maltratos e é presenteado (sem querer) com a inteligência, que nada mais dá a ele, do que o LIVRE ARBÍTRIO![/pullquote_left]
Lí na revista Veja, uma crítica sobre o filme Planeta dos Macacos: A Origem, de Isabela Boscov, onde ela dizia que o filme perdia por não focar nas “complexas” relações de pais e filhos, ou se aprofundar no “romance” entre o protagonista e sua namorada. Oras, por favor, senhora Isabela Boscov! Filme que contam relacionamento entre pais e filhos e romances clichês o cinema está cheio. Aqui o foco é o MACACO, o SÍMIO, o animal que sofre os mais diversos maltratos e é presenteado (sem querer) com a inteligência, que nada mais dá a ele, do que o LIVRE ARBÍTRIO!
O filme não se desvia. Não entra em clichês. O filme te surpreende e mostra o que você quer ver. CAESAR ARREBENTANDO!
Andy Serkis interpreta magnificamente o personagem Caesar que, sem dizer uma palavra (bem… talvez algumas.) consegue fazer com que você se apaixone e sinta o que ele está pensando. O visual do filme é vislumbrante e à tempos eu não me impressionava com o realismo da computação gráfica no cinema (desde Jurassic Park).
[quote]Se todos os animais pudessem dizer um “NO” desses. Você veria machões correrem de coelhinhos felpudos.[/quote]
Dou nota 9/10. Porque não dou dez? Humm…. Boa pergunta. Mudei de idéia. NOTA DEZ!
Aplicativos desnecessários, videos informativos
Se você não tem ideia de como funciona o revolucionário aplicativo abridor de garrafa do iPhone, veja o vídeo e perceba que ele funciona perfeitamente bem. Se não entendeu, recomendo a você ver o vídeo pelo menos mais uma vez.
Cuidado! It’s gonna blow compilação
Mais uma compilação com várias cenas de filmes com a frases clichês do cinema. Desta vez é a ótima “It’s gonna blow”.
Reveja as outras como pessoas que dizem Nooooooooo, you look like shit e it’s showtime.
35 anos no passado
Sam filma todo ano uma mensagem de como foi seu ano e o que espera do próximo. Ele faz isso desde 1977. Isso mesmo, nos últimos 35 anos Sam Klemke filmou o fim de cada ano, gravou tudo editou e ta ae em 6 minutos de imagens.









